“- Numa coisa o senhor não mudou: continua cozinhando bem.
- Não fui eu que cozinhei, foi o fogo.”
Galiléia, p. 178.
“Por isso matei Ismael. Está mais do que claro, e mais do que justificado. Matei-o em busca de um instante de poesia, para que ele não se perdesse em movimentos repetidos e desconexos. Salvei-o de tornar-se feio. [...] Ismael alcançou um instante de grandeza que nunca mais se repetirá.”
Galiléia, Ronaldo Correia de Brito, p.143
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“Casamento pra mim é só isso, uma convivência insuportável com uma mulher que controla seu tempo e o que você come.”
Galiléia, de Ronaldo Correia de Brito, p.133
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“Um Senhor Muito Velho com umas Asas Enormes”, título incrível de algo que eu ainda vou ler.
Conto do livro A Incrível e Triste História de Cândida Erêndira e Sua Avó Desalmada, de Gabriel García Márques.
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Menina bonita bordada de flor
Eu vi primeiro
Todo encanto dessa moça
Todo encanto dessa moça
Vai ver era só dizer a ela assim:
- Moça, por favor, cuida bem de mim
*letra de Menina Bordada, Marcelo Camelo
Simples assim…
“(…) Firmado novo pacto – núpcias, por que não? – ela sai para passear no bosque, a colher minutos frescos. Não encontra Seu Lobo, mas um robozinho amigo, mais compatível com tempos digitais.
Nada como apertar Ctrl+Alt+Del na própria vida, a recursividade-motora.”
*mais um trechinho, do item Tempo em fábula, do texto do post abaixo.
Leia inteiro em: www.verbete.art.br/ed01
“Perpetuar estados gasosos, seria assim a captura do tempo. (…) Assim de posse de todo esse saber aquoso, ela saiu disposta a caçar tempo com os dispositivos de caçador de borboletas. Levou consigo gato farejador, porque em tudo optva por fazer esquerdos. (…) Aqui como em qualquer praça, aceitamos tempo em espécie, mas também parcelamos a perder de vista, no cheque ou no cartão. (…) Faça-te ou te devoro, sussurro do tempo. Mas também a promessa: desfaço nó de dores persistentes.”
*trechos do texto Tratado tratante sobre a recursividade do tempo, de Fernanda Eugênio.
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Título: Engenharia da Infância
*Print Screen do ruim, mas o trabalho merecia ser reproduzido.
Fonte: Revista VERBETE.art
“A câmera é um instrumento que ensina a gente a ver sem câmera”
Para os fotógrafos e artistas de plantão: essa é a verdade absoluta!
CANTO DO POVO DE UM LUGAR, Caetano Veloso
Todo dia o sol levanta
E a gente canta
Ao sol de todo dia
Fim da tarde a terra cora
E a gente chora
Porque finda a tarde
Quando a noite a lua mansa
E a gente dança
Venerando a noite
