Quem lhe cortou o cabelo, caro Malunga, não tinha grande vaidade na espécie humana

Fala do Barbeiro de Vila Longe
Em O outro pé da sereia, livro de Mia Couto, p. 289

Fala do Barbeiro de Vila Longe
Em O outro pé da sereia, livro de Mia Couto, p. 289
Não é fácil sair da pobreza.
Mais difícil, porém, é a pobreza sair de nós.
O outro pé da sereia, Mia Couto, p. 284
- Tenho medo que ma abracem com força, é assim que fazem os namorados…
- E porquê esse medo?
- Ainda me partem as asas.
O outro pé da sereia, Mia Couto, p. 221
Título, dado por Mia Couto para um dos capítulos de seu livro O outro pé da sereia, que merecia ser compartilhado*.
*a reavivença dessa palavra, compartilhar, foi a maior vantagem da Twitter-Facebook-mania.
“Um dia, eu simplesmente apareci no mundo.”
Arthur Bispo do Rosário
“Acho que estou ficando negro, padre”
Confissão de um missionário em expedição jesuíta à Moçambique, em dezembro de 1560.
O outro pé da sereia, Mia Couto, p. 163
- Francamente, escravos no dia de hoje?
- Pois nunca houve tanto escravo no mundo.
O outro pé da sereia, Mia Couto, p. 130
ao compartilhamento!
“Não há vida pequena que não possa virar teatro.”
Carpinejar disse, de novo.